PLD Mensal

  • Preço Médio da CCEE (R$/mWh):
Submercado
Mês SE/CO S NE N
01/2020 327,38 327,38 327,22 327,22

Bandeira tarifária – Fevereiro/2020

BT_FEV-2020_BANNER

Bandeira tarifária – Janeiro/2020

BT_JAN-2020_DESTAQUE

PLD Mensal

  • Preço Médio da CCEE (R$/mWh):
Submercado
Mês SE/CO S NE N
12/2019 227,30 227,30 227,30 227,30

Acesso ao mercado livre avança com novo cronograma

Aguardada há anos pelo setor elétrico, a abertura do mercado livre ganhou ontem um novo calendário. Seguindo uma portaria sobre o tema publicada há quase um ano, o Ministério de Minas e energia (MME) definiu que, em janeiro de 2021, o limite mínimo de carga para acessar o mercado livre passará para 1,5 megawatts (MW). Atualmente, a carga mínima para comprar no mercado livre de energia é de 2,5 MW. A partir de 2020, a exigência será reduzida para 2 MW. Já para consumidores com demanda abaixo de 0,5 MW, a modalidade de contratação livre deverá ser disponibilizada após 2024. A Agência Nacional de energia Elétrica (Aneel) e a Câmara de Comercialização de energia Elétrica (CCEE) terão até 2022 para apresentar estudos com medidas que permitam o acesso de todos ao mercado livre, incluindo uma proposta de cronograma com início em 2024.

Fonte: Canal Energia

17/12/2019.

PLD Mensal

  • Preço Médio da CCEE (R$/mWh):
Submercado
Mês SE/CO S NE N
11/2019 317,28 317,28 317,28 317,28

Bandeira tarifária – Dezembro/2019

BT_DEZ-2019_DESTAQUE-PORTAL

Bandeira tarifária – Novembro/2019

bandeira_tarifaria_novembro-2019-Vermelha1-destaque

PLD Mensal

  • Preço Médio da CCEE (R$/mWh):
Submercado
Mês SE/CO S NE N
10/2019 273,89 273,89 273,89 273,89

Subsídios a quem produz energia devem diminuir

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) quer reduzir com os subsídios para os consumidores que produzem sua própria eletricidade, o que ocorre hoje principalmente porme iode painéis solares. Os diretores do órgão aprovaram, ontem, uma consulta pública para rever as regras da chamada geração distribuída.

 

A proposta da agência é alterar as regras sobre a energia que o consumidor gera a mais e hoje joga na rede da distribuidora. Pela regra atual, a energia produzida a mais é devolvida pela empresa de distribuição ao consumidor praticamente sem custo. Com isso, o cliente pode consumir quando não está gerando sua eletricidade.

 

Com a mudança, o consumidor passará a pagar pelo uso da rede da distribuidora e também pelos encargos cobrados na conta de luz. A cobrança será feita em cima da energia que ele receber de volta do sistema da distribuidora.

 

A proposta vai passar por consulta pública e pode sofrer alterações. O prazo para sugerir mudanças será do dia 17 deste mês a 30 de novembro.

 

A Aneel vem defendendo a mudança sob o argumento de que os custos dos incentivos para quem gera a própria energia acabam sendo pagos pelos demais consumidores.

 

—A manutenção das regras atuais indefinidamente pode levar a custos significativos para os consumidores que não instalarem a geração própria da ordem de R$ 23 bilhões, acumulados no período entre 2020 e 2035 —afirmou o diretor da Aneel responsável pelo caso, Rodrigo Limp.

 

A Aneel propôs ainda uma regra de transição. Quem já tem o sistema instalado e quem pedir autorização para instalar até a publicação da nova norma fica dentro das regras atuais até dezembro de 2030. Quem pedir a instalação após a publicação também terá um período de transição em que pagará apenas o custo da rede de distribuição até 2030. Após dezembro de 2030, todos passarão a pagar pelo uso da rede de transmissão da distribuidora e pelos encargos.

 

Fonte: Canal Energia

16 10 2019