Geração Heliotérmica de Energia Elétrica

Chamada para Geração Heliotérmica de Energia Elétrica tem 77 interessados
21/10/2015
A Chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 019/2015,  referente ao tema “Desenvolvimento de Tecnologia Nacional de Geração Heliotérmica de Energia Elétrica”,  publicada em 30 de setembro de 2015, foi respondida por 77 empresas do setor elétrico, que formalizaram interesse em financiar projetos no tema.De acordo com o edital, as próximas etapas envolvem o encaminhamento das propostas de projetos por esses agentes em parceria com outros agentes cooperados e empresas executoras, e, na sequência, a avaliação inicial das propostas pela Aneel, em parceria com as entidades intervenientes (EPE, MME, MCTI, MDIC, ABDI, BNDES, FINEP e GIZ). O prazo para finalização desta última etapa é abril de 2016.
Fonte: Aneel

Aprovado reajuste tarifário da CEEE-D (RS)

Reajuste tarifário da CEEE-D (RS) é aprovado
20/10/2015
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou hoje (20/10), durante Reunião Pública da Diretoria, o reajuste tarifário da concessionária Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE-D). Para os consumidores residenciais (Classe B1), o reajuste será de 5,82%. Os novos valores serão aplicados a partir de 25/10 para 1,6 milhão de unidades consumidoras localizadas em 72 municípios do Rio Grande do Sul.

Confira abaixo os percentuais por classe de tensão:

Efeito médio por classes de tensão

Variação (%)

Alta Tensão em média (indústrias)

7,78%

Baixa Tensão em média

5,82%

Média (Baixa Tensão e Alta Tensão)

6,52%

 

 O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Ao calcular o reajuste, a Agência considera a variação de custos que a empresa teve no ano. O cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M, e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.

Migração para o Mercado Livre de Energia ficará cada vez mais fácil

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Os consumidores terão menos barreiras para comprar eletricidade no Mercado Livre de Energia. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) está diminuindo o número de exigências para que os consumidores possam contratar o fornecimento direto com as geradoras e comercializadoras.

O Mercado Livre de Energia representa hoje 24,6% da energia elétrica comercializada no Brasil, e, graças aos elevados reajustes tarifários praticados pelas distribuidoras nos últimos meses, o ambiente livre está cada vez mais atraente.

Uma das mudanças que ganham destaque é que não será mais necessário investir em novos equipamentos de medição de consumo ao migrar para o mercado livre. Segundo Rui Altieri, presidente do conselho da CCEE, espera-se que ainda este ano já não seja necessária a presença de um medidor extra e que, em 2016, os consumidores já possam atuar nesse mercado com os mesmos equipamentos utilizados para faturamento das distribuidoras.

“Com isso, o consumidor poderá migrar imediatamente. O sistema da Eletropaulo, por exemplo, já é compatível com o nosso (para envio dos dados). Para 2016, o trabalho é tornar o sistema de todas as distribuidoras compatível”, disse Altieri.

Foi destacada também a figura regulatória do comercializador varejista. Ela facilitou o desenvolvimento do mercado livre, pois os clientes desses comercializadores não precisarão se cadastrar na CCEE para operar no mercado, evitando um processo complexo e cheio de detalhes técnicos.

“Acho que não existe mais nenhuma barreira para a migração, não por preço. Com essas facilidades, de sistemática de medição, comercializador varejista, supera-se qualquer dificuldade”, disse Altieri.

Por fim, outro ponto de destaque é que a expansão do Mercado Livre de Energia faz com que investimentos em parques eólicos, usinas de biomassa e pequenas hidrelétricas (PCHs) fiquem cada vez mais atraentes, já que empresas com menor carga só podem acessar o ambiente livre se adquirirem energia renovável.