ONS, EPE e CCEE divulgam previsão de carga para o período 2017-2021

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, o Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS e a Empresa de Pesquisa Energética – EPE realizaram nesta quarta-feira (7/12), o 2º Workshop sobre Previsão e Acompanhamento da Carga do Sistema Interligado Nacional – SIN. Na ocasião, foram apresentadas as previsões de carga para o Planejamento Anual da Operação Energética 2017-2021.

A taxa média de crescimento da carga prevista para o período de 2017 a 2021 é de 3,3% ao ano, considerando um crescimento médio do PIB de 2,0% ao ano para o mesmo período. As novas previsões resultam em uma redução de 2.164 MW médios em 2017, atingindo 4.236 MW médios na carga prevista para o SIN no ano 2020, quando comparada as previsões de carga da 2ª Revisão Quadrimestral da carga de 2016.

Fonte: Canal Energia

08/12/2016 – 14:42 

PLD deve ficar na faixa de R$ 150/MWh até março de 2017

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE apresentou nesta segunda-feira (28/11), durante o InfoPLD ao vivo (exibido em www.ccee.org.br/aovivo), análise do comportamento do Preço de Liquidação das Diferenças – PLD de novembro e início de dezembro. A conjuntura hidrológica favorável, principalmente nas regiões Sudeste/Centro-Oeste, contribui para a queda e manutenção do PLD entre R$ 150/MWh e R$ 180/MWh até março do próximo ano.

Segundo o gerente de preço da CCEE, Rodrigo Sacchi, as afluências no SE/CO mostraram sinais de melhora significativa em novembro, configurando o final do período seco e início do período úmido. “Mesmo ainda abaixo da média histórica, as ENAs esperadas para novembro no Sudeste/Centro-Oeste ficaram em 89%, índice superior à média de outubro. Com isso, o preço da primeira semana de dezembro (R$ 182,12/MWh) ficou abaixo da média do PLD de novembro (R$ 218,98/MWh), indicando o comportamento do preço médio para os próximos meses”, analisa.

Já os níveis dos reservatórios do Sistema Interligado Nacional – SIN registraram quedas nos quatro submercados, mas chama a atenção o índice no Sudeste (33,8%), que sofreu retração de apenas 1,1% na energia armazenada. “O número reflete a melhora da hidrologia na região”, enfatiza Sacchi. A redução no Sul foi de 10,8%, porém os níveis ainda seguem altos, alcançando 73,4%. A situação é mais crítica no armazenamento do Nordeste, com 9,8% (-1,5%), mas com a política de controle da defluência mínima do rio/bacia do São Francisco, a tendência é de manutenção dos níveis por um período maior. Os reservatórios do Norte, por sua vez, estão com 22,6% (-7,9%), índices usuais para o final do período seco na região.

A carga de energia para todo o Sistema verificada de novembro foi 3,7% (cerca de 2.500 MWmed) inferior ao previsto no início do mês. Nas projeções do PLD, levando em conta a atualização quadrimestral da carga do SIN, o preço pode cair até R$ 110/MWh, caso haja redução de 2.000 MWmédios. A redução seria um pouco menor (-R$ 60/MWh) no cenário de carga reduzida em 1.000 MWmédios, Já para a sensibilidade de aumento da carga em torno de 1.000 MWmédios, o PLD poderia aumentar em cerca de R$ 70/MWh.

O fator de ajuste do MRE, segundo as análises, deve ficar em 86,6%, em novembro, e 93,2%, em dezembro. Quando considerada a repactuação do risco hidrológico, que leva em conta a sazonalização “flat”, novembro registra 82,4% de energia alocada e dezembro alcança 87%, fechando 2016 em 86,5% nos dois cenários analisados.

Em novembro, os Encargos de Serviços do Sistema – ESS devem chegar a R$ 123 milhões, montante que deve ser reduzido para R$ 111 milhões em dezembro. Para 2016, o ESS consolidado deve ser de R$ 3,7 bilhões.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE apresentou nesta segunda-feira (28/11), durante o InfoPLD ao vivo (exibido em www.ccee.org.br/aovivo), análise do comportamento do Preço de Liquidação das Diferenças – PLD de novembro e início de dezembro. A conjuntura hidrológica favorável, principalmente nas regiões Sudeste/Centro-Oeste, contribui para a queda e manutenção do PLD entre R$ 150/MWh e R$ 180/MWh até março do próximo ano.

Fonte: Canal Energia

29/11/2016

PLD – Preço de Liquidação das Diferenças

Semanas de Dezembro de 2016

Semana 1 – Período: 26/11/2016 a 02/12/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
182,86 182,86 180,82 182,86 182,86 180,82 182,86 182,86 180,82 182,86 182,86 180,82
Semana 2 – Período: 03/12/2016 a 09/12/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
136,21 136,21 133,04 136,21 136,21 133,04 136,21 136,21 133,04 136,21 136,21 133,04
Semana 3 – Período: 10/12/2016 a 16/12/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
161,24 161,24 157,73 161,24 161,24 157,73 161,24 161,24 157,73 161,24 161,24 157,73
82

BANDEIRA DE DEZEMBRO SERÁ VERDE

A bandeira tarifária para o mês de dezembro é verde, sem custo para os consumidores. Conforme relatório do Programa Mensal de Operação do Operador Nacional do Sistema, a condição hidrológica está mais favorável, o que determinou o acionamento de térmica com Custo Variável Unitário abaixo de R$ 211,28/MWh. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, o valor da térmica acionada mais cara ficou em 169,54 R$/MWh e proporcionou a bandeira verde para os consumidores. A bandeira tarifária em novembro está amarela.

Fonte: Canal Energia

Proteste contesta inclusão de Tusd e Tust no ICMS da conta de luz

Associação alega que imposto não pode incidir sobre o que não foi consumido

A Proteste Associação de Consumidores entrou com ação coletiva contra o Fórum da Fazenda Pública do estado de São Paulo para cessar a cobrança e obter ressarcimento aos consumidores que pagaram ICMS indevidamente na conta de luz nos últimos cinco anos. A ação foi baseada na determinação legal de que o imposto só pode incidir sobre o que de fato é consumido. O entendimento foi confirmado, inclusive, em decisão do Superior Tribunal de Justiça.

Foi pedido por meio de tutela antecipada que seja suspensa a inclusão na base de cálculo do ICMS nas faturas de energia elétrica das Tarifas de Uso do Sistema de Distribuição e de Transmissão. Se houver decisão favorável, valerá para todos os consumidores do estado. A ação integra a campanha “Quem Cala Paga Mais Luz”, iniciada pela Proteste em março deste ano e que já conta com mais de 71 mil adesões. A associação pleiteia a ilegalidade da incidência do ICMS sobre a Tust e sobre a Tusd. Ela entende que a prática tributária adotada afronta o artigo 155. Segundo ela, tanto a Tusd quanto a Tust têm sido entendidas pela jurisprudência e pela doutrina como atividades meio, cujos valores se configuram como custo da prestação do serviço de distribuição da energia elétrica para o consumidor final não podem estar sob a incidência do ICMS.

Nos últimos anos, o estado de São Paulo vem incluindo na base de cálculo do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços os valores relativos às Tarifas de Uso do Sistema de Distribuição e de Transmissão, que são cobradas na fatura relativa ao consumo de energia elétrica pelos consumidores finais. Essa cobrança vem sendo questionada nos tribunais estaduais, Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal, sendo que as referidas instâncias têm sido unânimes em reconhecer a ilegalidade de se incluir na base de cálculo do ICMS valores que correspondam a outros fatos que não digam respeito propriamente ao serviço de distribuição de energia elétrica em si.

Fonte: Canal Energia

17/11/2016

Bandeira de novembro será amarela

Condição hidrológica menos favorável determinou alteração na cor

A bandeira para o mês de novembro será amarela, com custo de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Conforme relatório do Programa Mensal de Operação do Operador Nacional do Sistema Elétrico, a condição hidrológica está menos favorável o que determinou o acionamento de térmica com Custo Variável Unitário acima de R$ 211,28/MWh e consequente impacto no custo marginal de operação em todos os submercados. A bandeira tarifária estava verde nos últimos meses.

As bandeiras sinalizam, mês a mês, o custo de geração da energia elétrica que será cobrada dos consumidores. Não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.

Fonte: CanalEnergia

PLD – Preço de Liquidações das Diferenças

Semanas de Novembro de 2016

Semana 1 – Período: 29/10/2016 a 04/11/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
235,97 235,97 229,16 235,97 235,97 229,16 235,97 235,97 229,16 235,97 235,97 229,16
Semana 2 – Período: 05/11/2016 a 11/11/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
241,65 241,65 233,91 241,65 241,65 233,91 241,65 241,65 233,91 241,65 241,65 233,91
Semana 3 – Período: 12/11/2016 a 18/11/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
233,71 233,71 228,57 233,71 233,71 228,57 233,71 233,71 228,57 233,71 233,71 228,57
Semana 4 – Período: 19/11/2016 a 25/11/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
207,86 207,86 199,77 207,86 207,86 199,77 207,86 207,86 199,78 207,86 207,86 199,78

RGE lança edital para descontos para troca de motores elétricos

Concessionária fará um workshop para apresentar o programa Desconto Eficiente – Motores Elétricos, no próximo dia 27

A Rio Grande Energia disponibilizou nesta segunda-feira, dia 24 de outubro, o edital público do projeto Desconto Eficiente – Motores Elétricos. No documento está o regramento para que clientes industriais, comerciais, residenciais, rurais e do poder público participem do projeto que incentiva a retirada de circulação de motores elétricos antigos e a respectiva substituição por novos equipamentos, mais modernos e eficientes, garantindo o uso inteligente e consciente da energia elétrica.
No próximo dia 27 de outubro, a distribuidora do Grupo CPFL Energia realiza um workshop na sede da concessionária, em Caxias do Sul, para esclarecer dúvidas dos interessados em receber o incentivo do programa elaborado e executado pela Gerência de Eficiência Energética da CPFL. O projeto Desconto Eficiente – Motores Elétricos acontece nas três maiores distribuidoras do Grupo e têm R$ 2,4 milhões reservados à RGE.
O desenvolvimento do projeto faz parte de uma iniciativa mais ampla da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), denominada Incentivo à Substituição de Motores Elétricos: Promovendo a Eficiência Energética no Segmento de Força Motriz.
De acordo com o Balanço Energético Nacional, publicado pela  Empresa de Pesquisa Energética (vinculada ao MME – Ministério de Minas e Energia), o consumo de energia elétrica na indústria representa 38,8 % da energia consumida no país, e 67,9 % desta energia foi direcionada ao acionamento de motores elétricos. Com isso, aproximadamente 26 % de toda a energia consumida no Brasil foi utilizada nestes equipamentos.
Atendendo à solicitação da Aneel, a RGE lançou o projeto que concederá um bônus aos clientes para a aquisição de novos motores elétricos com o objetivo de desestimular o recondicionamento (rebobinamento) dos equipamentos avariados e, com isso, retirar de circulação modelos ineficientes por motores de alto rendimento energético, evitando o desperdício.
Previamente à concessão do bônus para a aquisição dos novos equipamentos, a RGE irá analisar os projetos encaminhados pelos interessados, avaliando as solicitações com base em critérios técnicos-econômicos. Só podem encaminhar propostas clientes atendidos pela concessionária. Aqueles que estiverem na área de concessão, mas não estiverem ligados diretamente à rede básica de distribuição estão automaticamente excluídos do processo.
Entre as principais regras para ser beneficiado com o projeto está avaliação de Compliance, que envolve a análise de processos de corrupção e o cumprimento integral da Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013). Após o envio dos projetos, sendo considerado apto, a proposta será ranqueado, e aqueles que se adequarem ao orçamento previsto no edital público podem ser contemplados.
Conforme o edital, após a instalação do novo motor, o cliente deverá realizar o descarte do motor antigo. Esse procedimento deverá ser evidenciado por meio de certificado ou lado. Quem for beneficiado ainda estará sujeito a vistorias periódicas da RGE para executar as medições no novo equipamento para que a sua eficácia operacional e energética possa ser comprovada.
Fonte: CanalEnergia
24/10/2016.

 

Eletrobras vai licitar ativos imobiliários para fazer caixa no curto prazo

Edital do leilão da Celg deverá ser publicado após assembleia marcada para 24 de outubro

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, determinou as subsidiárias que identifiquem ativos imobiliários que não estão sendo utilizados ou que não são mais necessários, com objetivo de colocá-los à venda rapidamente para gerar recursos e melhorar a situação de caixa da maior empresa do setor elétrico brasileiro. O tema é considerado prioritário, uma vez que a captação de recursos por meio da venda de participações de energia precisará ser avaliada com mais cautela, para evitar que os empreendimentos sejam vendidos na “baixa”.

O plano de venda, que deverá envolver imóveis e terrenos de propriedade do grupo, será levado para discussão do Conselho de Administração da Eletrobras em 9 de novembro. “Nós determinamos a todas as controladas a identificação desses imóveis. Esses são prioritários”, disse o executivo jornalistas nesta sexta-feira, 21, durante evento sobre infraestrutura em São Paulo promovido pela Abdib e Amcham Brasil. Para dar uma dimensão do potencial de captação de recursos, ele citou um terreno no Estado no Rio de Janeiro que foi comprado no passado por R$ 100 milhões e deverá ser vendido. A venda desses ativos será feita por meio de leilão.

Já a venda dos ativos operacionais de energia será avaliada “com mais critério”. “Não queremos vender na baixa. Temos a possiblidade de fazer melhorias operacionais [nos ativos]”, disse Ferreira, destacando que o grupo Eletrobras tem participação em 178 empreendimentos. “Nosso objetivo é minimizar uma perda de resultado econômico. Então temos que ser rigoroso em eventual seleção no que deverá ser vendido no melhor preço.”

Sobre a licitação da distribuidora goiana Celg, a Eletrobras convocou assembleia para próxima segunda-feira, 24 de outubro, para deliberar sobre a aprovação da operação. A expectativa é que o edital do leilão seja publicado na próxima semana. Ferreira acredita que haverá disputa pela aquisição da Celg. A Eletrobras espera captar ao menos R$ 1 bilhão com a venda da distribuidora. “Eu acredito que vai ter competição.”

Fonte: Canal Energia

 

Senado aprova sem alterações projeto da MP 735

Artigo sobre usinas a carvão provocou polêmica, mas prevaleceu preocupação em evitar a perda da validade da MP

O plenário do Senado aprovou o projeto de conversão da Medida Provisória 735, que promove diversas alterações nas regras do setor elétrico e permite a privatização das distribuidoras Eletrobras. A votação na tarde desta quarta-feira, 19 de outubro, aconteceu após muita discussão sobre a retirada do artigo 20 do projeto de lei, que prevê a criação de política pública para a modernização das usinas termelétricas a carvão mineral. Como não houve alterações, o texto segue para sanção presidencial.

A emenda incluída na versão final do relatório do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) teve um pedido de impugnação do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP ) rejeitado pelo plenário. Aprovado o texto principal, os senadores votaram – por 45 votos a 14 – contra o destaque que propunha a supressão do artigo.

A maior preocupação dos governistas era evitar qualquer mudança no projeto da MP, que perderia a validade nesta quinta-feira, 20. O líder do governo no Senado, Aloisio Nunes (PSDB-SP), destacou que era contrário à emenda do carvão, por entender que ela escapa ao tema da MP, mas recomendou a aprovação do texto completo, para evitar a devolução da matéria à Câmara.

Representantes da base do governo dividiram-se entre os que os que criticavam a emenda, como o senador José Anibal (PSDB-SP), e os que apoiavam a proposta, caso dos senadores Paulo Bauer (líder PSDB-SC) e Ana Amélia (PR-RS). Apesar das divergências, os apelos para evitar que o fim da MP comprometesse a aplicação de outras mudanças incluídas no projeto de lei surtiram efeito.

Entre os parlamentares da oposição, além do questionamento à proposta que entidades ambientalistas consideram um retrocesso, havia a preocupação com a situação das distribuidoras do Norte e do Nordeste que não renovaram os contratos de concessão e deverão ser privatizadas em 2017.

O texto final da 735 foi aprovado no último dia 11 pelo plenário da Câmara. Entre outras medidas, ele transfere a gestão de encargos setoriais como a Conta de Desenvolvimento Energético, a Conta de Consumo de Combustíveis, e a Reserva Global de Reversão para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a partir de janeiro de 2017.

O projeto aprovado na Câmara também restabeleceu os descontos nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição (Tust e Tusd) para empreendimentos eólicos e a biomassa, que haviam sido suprimidos por uma emenda na comissão especial que tratou do tema. Há também dispositivo que protege os trabalhadores das distribuidoras de demissões em massa após a privatização das empresas.

Outro dispositivo permite que agentes do setor elétrico em dificuldades financeiras possam apresentar plano de transferência de controle societário como alternativa à extinção da outorga, o que vai permitir uma solução para a empresa espanhola Abengoa, que está em processo de recuperação judicial. O texto também prevê mudanças no acordo de Itaipu e transfere do Tesouro para o consumidor o custo das sobras de energia da hidrelétrica que o Brasil compra do Paraguai.

Fonte: CanalEnergia
19/10/2016