PLD – Preço de Liquidações das Diferenças

Semanas de Setembro de 2016

Semana 1 – Período: 27/08/2016 a 02/09/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
150,96 148,65 126,11 150,96 148,65 75,05 150,96 148,65 126,11 150,96 148,65 126,11
Semana 2 – Período: 03/09/2016 a 09/09/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
157,69 153,04 128,15 157,69 153,04 87,84 157,69 153,04 128,15 157,69 153,04 128,15
Semana 3 – Período: 10/09/2016 a 16/09/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
152,72 151,22 136,9 152,72 151,22 102,28 152,72 151,22 136,9 152,72 151,22 136,9
Semana 4 – Período: 17/09/2016 a 23/09/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
150,47 148,62 139,47 150,47 148,62 139,47 150,47 148,62 139,47 150,47 148,62 139,47
Semana 5 – Período: 24/09/2016 a 30/09/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
161,22 158,49 148,67 161,22 158,49 148,67 161,22 158,49 148,67 161,22 158,49 148,67

Bandeira continuará verde em setembro, diz ONS

Com CMO em R$ 130/MWh, PLD deverá ficar abaixo do valor limite de R$ 211/MWh para mudança da bandeira

A bandeira tarifária vai continuar verde em setembro, ou seja, sem custo adicional para o consumidor. Havia um rumor no mercado de que a bandeira poderia passar para amarela. De acordo com o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico, Luiz Eduardo Barata, o Custo Marginal de Operação indicado para o mês no Programa Mensal de Operação é de R$ 130/MWh.

Como a bandeira se baseia no Preço de Liquidação das Diferenças, que por sua vez, tem como base o CMO, o valor não deverá ser alto o bastante para ocasionar a troca de bandeira. Esse valor teria que ser superior a R$ 211/MWh. “Acho que vamos ficar com bandeira verde até o fim do ano, porque daqui a pouco começa o período chuvoso”, comentou Barata, que conversou com jornalistas na comemoração dos 18 anos do ONS. O período chuvoso começa entre o fim de outubro e início de novembro.

A homologação da bandeira para setembro ainda será feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Barata disse ainda que o CMO subiu um pouco, pois estava na faixa de R$ 100/MWh, devido a uma elevação na carga.

Fonte: Canal Energia

Aprovada revisão tarifária da Celesc Distribuição S.A (SC)

Aprovada revisão tarifária da Celesc Distribuição S.A (SC)

Foi aprovado em 16/8, em reunião pública ordinária da ANEEL, o índice final da revisão tarifária periódica da distribuidora Celesc Distribuição S.A. Para os consumidores residenciais (Classe B1) foi aprovado o percentual de -2,94% (negativo) na taifa.
A nova tarifa entrará em vigor a partir de segunda-feira (22/8) para 2,7 milhões de unidades consumidoras localizadas no estado de Santa Catarina.
Seguem os índices médios de baixa e alta tensão:

 

Efeito médio por classes de tensão Variação (%)
Alta tensão em média (indústrias) -6,25% (negativo)
Baixa Tensão em média -2,62% (negativo)
Efeito Médio para o consumidor -4,16% (negativo)

 

Fonte: Aneel

16/08/2016

Cade aprova compra da AES Sul pela CPFL Energia

Aquisição aumenta presença da CPFL no estado, aonde já controla a RGE

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou sem restrições nesta segunda-feira, 8 de agosto, a compra da distribuidora de energia AES Sul (RS) pela CPFL Energia. A aprovação ao ato de concentração foi publicada no Diário Oficial da União. A AES Sul atua em 118 cidades do estado do Rio Grande do Sul.

O parecer mostra que a operação vai trazer impactos no setor, uma vez que a CPFL Energia já atua da distribuição em outros estados, inclusive no Rio Grande do Sul, onde por meio da RGE, está presente em 264 municípios, nas regiões Norte e Nordeste do estado. Entretanto, não haverá sobreposição, uma vez que as áreas geográficas de atuação de cada empresa são distintas e o mercado de distribuição é caracterizado como monopólio natural, objeto de intensa regulação estatal.

A compra da AES Sul pela CPFL foi anunciada no último dia 16 de junho. O valor da operação é de R$ 1,403 bilhão pela totalidade das ações da AES Sul. Com a aquisição, a participação de mercado da CPFL alcançará 14,3% e vai alcançar 382 cidades gaúchas.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou sem restrições nesta segunda-feira, 8 de agosto, a compra da distribuidora de energia AES Sul (RS) pela CPFL Energia. A aprovação ao ato de concentração foi publicada no Diário Oficial da União. A AES Sul atua em 118 cidades do estado do Rio Grande do Sul.

O parecer mostra que a operação vai trazer impactos no setor, uma vez que a CPFL Energia já atua da distribuição em outros estados, inclusive no Rio Grande do Sul, onde por meio da RGE, está presente em 264 municípios, nas regiões Norte e Nordeste do estado. Entretanto, não haverá sobreposição, uma vez que as áreas geográficas de atuação de cada empresa são distintas e o mercado de distribuição é caracterizado como monopólio natural, objeto de intensa regulação estatal.

A compra da AES Sul pela CPFL foi anunciada no último dia 16 de junho. O valor da operação é de R$ 1,403 bilhão pela totalidade das ações da AES Sul. Com a aquisição, a participação de mercado da CPFL alcançará 14,3% e vai alcançar 382 cidades gaúchas.

CanalEnergia
08/08/2016 – 12:36h

PLD – Preço das Liquidações das Diferenças

Semanas de Agosto de 2016

Semana 1 – Período: 30/07/2016 a 05/08/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
120,99 119,01 114,5 120,99 119,01 114,5 120,99 119,01 114,5 120,99 119,01 114,5
Semana 2 – Período: 06/08/2016 a 12/08/2016
Sudeste/Centro-Oeste Sul Nordeste Norte
Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve Pesada Media Leve
122,29 118,29 114,78 122,29 118,29 114,78 122,29 118,29 114,78 122,29 118,29 114,78

Campanha pela energia livre para todos os consumidores entra no ar

Meta é alertar que há dois projetos de lei que visam liberar o mercado livre para todos e fornece estimativa de economia

da Agência CanalEnergia, Mercado Livre

A campanha Energia livre – isso é da sua conta já está no Ar com a meta de alertar os consumidores de que há dois projetos que tratam da portabilidade da conta de luz. O objetivo é abrir a possibilidade de escolha do fornecedor de energia, de maneira semelhante como fazem com a telefonia celular. A iniciativa conta com a participação de empresas do setor e conta com o apoio da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia.

A campanha colocou no ar um site onde os interessados podem aderir a um abaixo-assinado cujos resultados serão apresentados ao Congresso Nacional. O site apresenta ainda uma série de informações sobre o tema. A campanha conta também com a difusão de informações por meio do Facebook (Energia Livre) e do Twitter (Livre Energia).

Os projetos em tramitação estão um no Senado, é o Projeto de Lei do Senado 232 de 2016 que tem como autor o senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), e há ainda o Projeto de Lei 1.917 de 2015 de autoria dos deputados Marcelo Squassoni (PRB/SP), Antônio Carlos Mendes Thame (PV/SP), Rodrigo de Castro (PSDB/MG), Augusto Carvalho (SD/DF), Odorico Monteiro (PROS/CE) e Pedro Vilela (PSDB/AL). Ambos propõem um conjunto de transformações no setor elétrico que também permitirão a expansão da oferta de energia, a ampliação do uso de fontes limpas, a redução de preço da energia elétrica e seu uso consciente.

No site há um simulador da economia nas contas de luz residenciais considerando os preços médios verificados no mercado livre e os dados das concessionárias de distribuição de todo o país, incluindo as tarifas de energia e de distribuição homologadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Para fazer a simulação, basta o usuário inserir o valor pago pela energia consumida e sua distribuidora

Fonte: Canal Energia

05/08/2016

Empresas devem se preparar para reajuste na conta de luz

NOTÍCIA DE DE MAIO DE 2014

O empréstimo de R$ 8 milhões que o governo concederá às distribuidoras de energia elétrica deve ser repassado a todos os consumidores brasileiros a partir do próximo ano. Ações em curto e médio prazos podem auxiliar os empresários gráficos a evitar dificuldades na produção.

A redução média de 20% na conta de luz em 2012 fez com que o faturamento das distribuidoras diminuísse, explica o diretor da Coenel-DE – Assessoria e Consultoria, Clair Cagliari. Em consequência disso, o capital de giro das concessionárias reduziu, e os investimentos nas redes de distribuição foi praticamente anulado. A escassez de chuva e as altas temperaturas diminuíram o nível das hidrelétricas, fazendo com que as distribuidoras acionassem mais as usinas térmicas – energia gerada de forma mais dispendiosa. “Tudo isso junto gerou um grande rombo no sistema elétrico”, observa Cagliari.

O reajuste mínimo, que deve começar a ser aplicado em 2015, ainda será definido pelo governo, por meio de portaria. O valor será usado como garantia para o empréstimo disponibilizado às distribuidoras. Além disso, há ainda o acréscimo anual que as concessionárias são autorizadas a fazer. No Rio Grande do Sul, a AES Sul divulgou em abril o reajuste médio de 29,54% na tarifa de energia elétrica de seus clientes. As economias de baixa tensão (residenciais) tiveram aumento de 28,86%, enquanto as de alta tensão (maioria indústrias e comércios) foi de 30,29%. As novas tarifas foram repassadas proporcionalmente a partir de 19 de abril. Já a RGE e a CEEE devem enviar as suas propostas à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em junho e outubro.

Diante desse cenário, as empresas gráficas podem ter alguns cuidados e evitar que o preço da conta de luz se torne excessivo. Já que o tempo de máquina parada gera prejuízo, é preciso atentar para o bom andamento da produção. O diretor da Coenel-DE comenta que entre as atitudes que podem ser tomadas estão efetuar a medição de grandezas elétricas – para conferir se a corrente, a potência e a resistência elétricas estão corretas – e verificar os equipamentos, cabos, motores e iluminação – para verificar se estão no nível correto. Também é possível realizar uma termografia para checar se não há fuga de energia.

Com o calor do último verão, Cagliari notou uma maior preocupação, por parte das empresas, com a climatização da parte industrial. “O calor gasta mais energia. Os equipamentos têm melhor consumo e mais durabilidade em ambientes climatizados”, afirma ele. Deve-se ainda verificar se a empresa está pagando o preço correto, dentro dos diversos tipos de tarifação, e se a que está sendo aplicada é a mais econômica. “Trocar um equipamento antigo por um mais moderno, que já vem com um consumo de energia mais moderado, pode ser muito válido. Às vezes, a redução na conta de luz paga o maquinário em poucos meses”.

Sindigraf Notícias/ Número 215

Maio/2014